Os Três Pilares da Imigração Correta
Grande parte das pessoas idealizam emigrar para a Europa e acreditam ser uma realidade muito mais confortável e sem grandes complicações. Não me leve a mal, as oportunidades realmente são incríveis! Contudo, se quiser mesmo dar esse passo, é melhor escolher bem e querer muito, pois essa escolha mudará completamente a sua vida.
Nesse artigo apontarei alguns pilares que considero fundamentais para você migrar corretamente e sem arrependimentos.
Planeamento:
O planeamento é essencial para migrar com sucesso, ou seja, imigrar ilegalmente não é uma opção! Escolha os profissionais certos para tratarem do seu processo de forma responsável, eficiente e segura. Não tenha pressa para fazer os procedimentos e burocracias, eles são fundamentais para construir um futuro na Europa, visto que graças a esses é possível conseguir um emprego, contas bancárias, plano de saúde e outros benefícios que todo cidadão necessita para se integrar dignamente num país.
Dito isso, o planeamento não se baseia apenas no seu processo de cidadania, mas também na escolha de um país que se enquadre nas suas necessidades e na mentalidade que precisará ter ao emigrar para a Europa.
Escolha o país de forma inteligente:
Estude o país de destino, seu custo de vida, seu estilo de vida, sua cultura e especialmente as diretrizes político-financeiras, fiscais e tributárias do país que aspira ir. Pesquise as questões climáticas, o preço dos imóveis, a disponibilidade de emprego, o sistema educacional e de saúde, se o local tem uma boa segurança e qualidade de vida, entre outros aspetos que irão influenciar-lhe caso você se mude.
Lembre-se que você será um futuro cidadão, e isso implica adaptabilidade no local de escolha. Tenha preferência por países que sejam compatíveis com você e os seus gostos. Gosta de praia? Ótimo, pesquise sobre a Grécia, Gosta de arte? Tente conhecer o que a França pode oferecer-lhe, possui uma paixão pela culinária? Estude sobre a Itália, e por aí vai!
Procure conhecer os comportamentos e a cultura dos habitantes do país em questão, afinal, o que faz o lugar também são as pessoas. Veja se o país é recetivo, quais são as dificuldades que os imigrantes apresentam, quais são as tendências dos habitantes; eles são mais reservados ou abertos? Quais costumes eles possuem? Todos esses questionamentos são fundamentais, porque não adianta se mudar para um local maravilhoso se você não suporta os residentes!
Mude sua mentalidade:
Caso realmente pretenda se integrar numa nova realidade, é de extrema importância que você aceite uma dura verdade: você não está mais no seu país de origem. Parece simples, certo? Mas não é! O local onde nascemos tem muita influência em nós e no nosso comportamento, e por isso muitas vezes podemos inconscientemente reproduzir atitudes que não são mais aceitáveis nessa nova cultura.
Tendo isso em vista, não é conveniente se alienar apenas com conteúdos, informações e notícias apenas do seu país de origem. Tente socializar com os cidadãos nativos e acompanhar o que acontece no país, e lembre-se de manter sempre o respeito, pois o que antes era aceitável onde você nasceu pode não ser mais tolerável nesse novo país!
Trabalhe na sua resiliência e entenda que se adaptar é uma atividade difícil, nem sempre as coisas acontecem como esperamos e é completamente normal se sentir deslocado no início. No entanto, a recompensa em conhecimento, experiência e qualidade de vida é muito maior do que qualquer problema passageiro.
Por fim, se você tiver um bom planeamento, profissionais qualificados, conhecimento sobre o país de escolha e uma mentalidade bem trabalhada, acredite em mim: as suas hipóteses de imigrar sem arrependimentos são infinitamente maiores.
Para mais informações sobre esse tema, acesse o link: https://www.youtube.com/watch?v=odBvDYCTxWM mentorado pelo advogado internacional Renan Perrotti.
Colaboração de Luiza Fernandes